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Em 26 de Outubro de 2009, 11:06 - Márcia disse:
Considero a LMP não só como útil como necessária em um país que não se resume às capitais do eixo sul-sudeste e a mulhes, a priori, em condições de ter acesso a uma série de informações que as colocariam em situação de igualdade legal aos homens. O BRasil é imenso e em algumas regiões ainda perdura a antiga propositura de que mulheres são propriedade de seus companheiros, sejam namorados, companheiros, maridos ou mesmo pais.nesse interim, vem a LPM tentar restabelecer a dignidade da pessoa humana, condição prevista constitucionalmente. Em que pese a também condição constitucional de que "todos são iguais perante a lei", levantando posições quanto à inconstitucionalidade dela, entendo que não está errada a Lei, tendo em vista estar sendo aplicada a outros casos de situação em que o indivíduo do sexo masculino,em situação que se equipara à de mulher amparada pela LPM também é amparada pela mesma.A Lei foi baseada em caso de uma mulher que, assim como tantas outras, precisam sim de proteção especial.A sociedade é machista(como se isso fosse novidade) e também é constitucional tratar das desigualdades de modo a equiparar os entes,não permitindo que um seja subjugado pelo outro.
Em 03 de Novembro de 2009, 17:13 - Antonio Euzebio do Carmo disse:
Como empreendedor social, quero aqui parabenizá-las pela iniciativa de organização, não só das mulheres, vitimas de violência, mas também na condição de provedoras do lar, o que já é uma grande forma de violência. Acesse o site www.institutonovoshorizontes.org.br. Lá também mostra outra forma de apoio as mulheres. Gostaria da integra do projeto e se interessar posso enviar o do INH. Parabéns!
Em 03 de Novembro de 2009, 17:15 - Vivian disse:
É MUITO TRISTE VIVER DESTA FORMA: QUEM CALA CONSENTE, INFELIZMENTE EXISTEM MUITAS MULHERES QUE ADMITEM VIVER ASSIM NÃO SEI POR QUE, GOSTARIA DE UMA EXPLICAÇÃO!!
Em 03 de Novembro de 2009, 17:18 - Regina Issi disse:
Estive na palestra da OAB/SP, na Faculdade de Direito da USP no Largo S. Francisco e conheci o trabalho de vocês. Parabéns pelo trabalho. Aqui em São Paulo, estamos envidando esforços para formar a Rede de Atendimento às vítimas. Não estamos esperando o Governo, estamos unindo esforços das entidades ligadas à mesma causa e fazendo o melhor em nossa Região. Sou Delegada de Polícia Titular da Sétima Delegacia de Defsa da Mulher da Capital - SP, atendendo a área de doze Distritos Policiais na Zona Leste (equivale a 1/3 da Zone Leste) e passamos por dificuldades semelhantes da Colega de Brasília que esteve na Palestra. Não vamos desistir, vamos fazer a Lei funcionar em sua totalidade. Um grande abraço a todas!! REGINA ISSI - SP
Em 03 de Novembro de 2009, 17:18 - Inês Maria Toss disse:
Sou advogada e coordenadora da Comissão da Mulher Advogada da OAB/Santos/SP, infelizmente não pude comparecer na palestra da OAB/SP na USP, sei que houve a assinatura de um abaixo assinado para consolidação da Lei 11340/06 - Lei Maria da Penha no projeto do novo Código Penal Brasileiro. Gostaria, se possível, obter cópia desse abaixo assinado para colher assinaturas nas ações que desenvolveremos em 25 de novembro até dia 10 de dezembro próximo vindouro. Na Comissão temos coordenadoria específica para as questões da Lei Maria da Penha, inclusive ano passados por ocasião do Dia Internacional da Mulher realizaram um Juri Simulado com a participação dos estudantes de direito, psicologia e serviço social, onde a Lei foi julgada, por unanimidade, Constitucional. Foi à maneira que encontramos de divulgar a Lei entre os futuros profissionais do Direito e das demais áreas exigidas pela Lei para formação de equipes multidisciplinares para a implementação das medidas preventivas. Desde já agradeço e contem conosco sempre para essa luta de igualdade e apoderamento pela mulher da cidadania plena. Abraços fraternos e feministas. Inês Maria Toss.
Em 03 de Novembro de 2009, 17:26 - Emilia Maria disse:
Essa lei foi uma grande conquista que nós mulheres alcançamos apesar de ter sido conquistada através de um grande sofrimento físico dessa pessoa incrível chamada Maria da Penha Maia Fernandes. E mesmo assim depois de tanto esforço, muitas de nós ainda não valoriza tal situação, preferindo ainda encobertar maus tratos muitas vezes com resultados gravíssimos não só físicos como na alma. Mas como para andar, temos que dar um passo de cada vez, vamos em frente! E isso quer dizer, correr atrás do que temos direito. "Uma vida digna sem violência, seja de qualquer parte ou de quem quer que seja".
Em 03 de Novembro de 2009, 17:28 - Zenilda disse:
EU JA PRECISEI USAR A LEI E ELE FOI PRESO POR 2 MESES E CONTRATOU PESSOA PARA ME MATAR E ME AMEÇAVA O TEMPO TODO.temos que dar um passo de cada vez, vamos em frente! E isso quer dizer, correr atrás do que temos direito. "Uma vida digna sem violência, seja de qualquer parte ou de quem quer que seja".
Em 03 de Novembro de 2009, 17:29 - Clarice disse:
É triste pensar que as mulheres precisam de lei para tentar coibir os atos bizarros de violência praticados contra ela. A sociedade já devia estar evoluída o bastante para respeitar o ser humano, independentemente de ser ele homem ou mulher. Mas, já que isso ainda não ocorre - e eu espero que um dia as sociedades cheguem nesse patamar - a Lei Maria da Penha é muito bem vinda. Parabéns a essa mulher que não se resignou diante do sofrimento e lutou para fazer de seu exemplo, uma vitória para outras mulheres brasileiras.
Em 03 de Novembro de 2009, 17:30 - Cristiane Pavão - Curitiba Paraná disse:
Quero parabenizar Maria da Penha, pelo trabalho, perseverança e luta pela justiça. A lei Maria da Penha nos mostra a seriedade que é a violência doméstica. E o quanto prejudica o estado físico, psicológico e moral da mulher, filhos, parentes, amigos. Enfim todos os que tem um convívio perto e próximo a ela. Os filhos ficam traumatizados por participar deste convívio às vezes sofrem agressões por tentar defender suas mães. Violência: destrói tudo e a todos... que vivem nesta realidade. Denuncie este abuso faça sua parte não vamos deixar a impunidade tomar conta. "VAMOS DIZER NÃO A VIOLÊNCIA"
Em 03 de Novembro de 2009, 17:31 - Daniel disse:
Essa lei é Inconstitucional, política violando o principio da igualdade além de ser uma manifestação de um Direito Penal Simbólico, comum em países subdesenvolvidos como o Brasil.