Histórias reais
Passei 27 anos casada com um homem que com o passar dos anos a agressividade dele só aumentava.
Tenho um filho de 24 anos, que para mim é tudo que Deus me deu de melhor, sou abençoada por isso.
Sempre eu dizia que era o melhor marido do mundo até as 18:00hs, passava disso, o alcoolismo sempre foi marcante. Ameaças de me deixar, bater, matar, sempre era o que acontecia quando chegava da rua. Passava o efeito do alcool, me dizia que não lembrava de nada, e nisso tudo se passaram 27 anos.
Desses anos o medo tomou conta de mim, só de pensar eu tremia de pavor. Pois aconteceu que resolvi separar em agosto/2008, devido a uma das suas agressões que até então não tinha chegado a aquele ponto. Separamos de boa, ficamos amigos, conversavamos muito, ele já estava até de namorada. Eu senti muito por toda a situação, mas superei.
Mudei meu modo de vestir, voltei a usar salto alto, a me maquiar, me repaginei. Só que ele não pensou que eu sobreviveria sem ele, e começou a me pedir para que eu desse a ele uma nova chance, que pararia de fumar, de beber, iriamos ter uma vida melhor. E a burra aqui acreditou, deixei que voltasse a morrar conosco, assim o inferno começou. Chegava todos os dias em casa trebado, muito mais agressivo, se me visse conversando com outro homem me agredia com palavrões, ameaças...
Então resolvi qua acabaria com isso tudo, separei, dei entrada na separação judicial, dividimos os bens, ele sempre concordando com tudo. Assinamos a separação dia 23/06/2009, eu pagando todas as despesas como sempre.
Ele foi morar no hotel, e eu fiquei na casa, visto que nosso filho se forma em dezembro/2009, depois eu venderia a casa.
Mas ele virou o demonio, não parava de me ligar, não me ajudava financeiramente, e eu ali firme e forte. Fez de tudo para marcar o meu nome , dizendo aos meus amigos que eu era uma vagabunda, mas como sempre fui uma mulher de carater, isso nunca me afetaria.
Infelizmente aconteceu o pior dia 26/10/2009, presenti que havia alguem na porta da minha casa logo pela manha as 06:00 hs, como ele tinha me ligado no sabado e domigo por várias vezes, logo vi que poderia estar ali naquele momento, foi ai que liguei para um amigo para que passasse por ali e verificasse se o que previa era verdade. Ele estava com uma arma nas mãos ao lado do portão de casa, chamei a policia e com a demora foi tanta, que ele saiu sem nós sabermos para onde.
Por medo meu filho pegou o carro dele e me levou ao trabalho, por volta das 07:15 já estava trabalhando, foi um susto só, ele entrou no meu escritório com um estilete na mão, dizendo que eu era uma vagabunda e que me mataria, fui pega de surpresa, quase morri, ele tentou ferir minha garganta, só que consegui me abaixar e o corte foi na nuca, foi um terror, ele estava louco, lutei com ele por uns segundos que valem uma eternidade, como eu gritei muito, pedindo socorro, fui salva pelo meu colega de trabalho, foi cenas que jamais eu esquecerei.
Ele fugiu do local, fui levada para o hospital com um corte de 15 cms na nuca, onde os médicos me dizeram que eu poderia peder os movimentos do pescoço e pernas, mas eu dizia pra mim mesma que eu sobreviveria.
Depois de varios exames e raio x fui informada que por um millagre de Deus nada de mais grave , somente o corte.
Estou afastada da minha cidade por motivo de segurança, foi expedido a prissão preventiva dele, como ele fugiu, se apresentou dia 04/11/2009 com seu advogado e com alvara de soltura.
Agora a prisioneira sou eu.
E ai eu pergunto a voces; sou eu que tenho que me prevenir, andar com segurança, visto que ele não conseguiu vai tentar novamente, pois sei que ele é capaz.
A justiça e a policia ficam muito a desejar, pena que eu moro no país da injustiça.
Onde quem dita as leis são os bandidos.
Pra mim o que serviu a LEI MARIA DA PENHA?
Isso é um desabafo de uma mulher que sobreviveu a um atentado de um ex marido inconformado.
M. A. R. - Araguari/MG
Sim sou homem
Minha ex-namorada viveu parte da infancia num ambiente muito conturbado. Por certo tempo viveu na mesma casa que as tias e as primas, sendo que uma destas primas era e ainda é usuaria frequente de crack. Em função disso presenciou muitas cenas de violencia, tanto dentro quanto fora de casa.
Algumas vezes minha ex-namorada me dava tapas muito fortes, desproporcionais ao tipo de conversa ou brincadeira. Mesmo reforçando que a agressão havia sido mais forte que a que o censo comum preconiza eu levava na esportiva. Mas quando começamos a ter discussões e brigas ela começou a ter seguidas respostas agressivas, como tapas e joelhadas, além de se engalfinhar em mim tentando me impedir de ir embora, atitudes que eu repelia afastando-a ou simplismente me afastando. No começo eu insistia em dizer que aquilo não era um comportamento aceitável, mas frente a minha vantagem física eu acabei deixando que isto se repetisse, e se repetiu. Puxando pela memória tenho a tranquilidade em afirmar que jamais a agredi fisicamente, nem com tapas, nem empurrões, nem resposta física alguma.
Mas esta carta não foi escrita por um erro dela e sim por um erro meu. Ontem 16/10/09 eu falhei como homem e cidadão. Após uma discussão por telefone ela veio até a minha casa. Ainda na rua em frente a minha residência discutimos mais um pouco, foi
quando ela começou a me agredir. Com tapas e joelhadas ela veio para cima de mim. Prossegui me afastando ao mesmo tempo que a continha apenas a mantendo a distancia, fato que foi testemunhado por meus vizinhos. Quando solicitei que fossemos para outro local devido a situação vexatória, ela mais uma vez se engalfinhou em mim tentando me manter no local.
Meu erro número um. Me descontrolei e a agarrei no braço esquerdo com a minha mão direita e a conduzi forçosamente para a rua lateral a minha casa com menor movimento. Repeti seguidas vezes e asperamente que ela não encostasse mas em mim. Ela
ainda esboçou alguma reação mas se conteve. A discussão continuou. Ela começou a falar muito alto chegando a gritar. Após pedir para que ela falasse mais baixo ela elevou ainda mais o tom de voz.
Meu erro número dois. O que vou descrever não durou mais que dois segundos, mas agora percebo como apenas um segundo de agressão é muito. Neste momento perdi o controle e coloquei minha mão sobre a sua boca de modo que parasse de gritar. Ela revidou com um forte tapa na minha cara, arranhões e chutes. Segurei a sua perna e a joguei no gramado.
Mesmo com o histórico de agressões por parte dela fico confuso ao tentar entender a minha parcela de culpa e acabo por achar que o maior erro foi meu. Por favor me ajudem a entender o que aconteceu.
Tenho 26 anos. Trabalho. Moro com minha mãe e irmão. Não sou alcoólatra. Não tinha ciúme excessivo nem comportamento dominador, como mantê-la sob vigilância constante ou afastada de amigos.
Danilo - Curitiba/PR
Casei cedo, esse relacionamento durou 16 anos, apesar de saber que ele era mulherengo desde o namoro, persisti e casei.No começo foi bom tivemos filhos ele era dedicado, trabalhador, não tinha vícios.Conforme o tempo foi passando, ele foi mostrando quem era, colocou as garras para fora e se transformou em um monstro.No começo me agredia longe das crianças, quando viu que eu não reagia, passou a me agredir na frente delas.Escondia da minha familia, porque era vergonhoso para mim mostrar as marcas da violencia.Me tornei um ser desprezivel, não me amava, não me valorizava, me sentia a pir das mulheres, sem contar que me faltava coragem para tomar uma atitude.Meus filhos sofriam e ainda tem lembranças até hoje.Não conhecia a lei Maria da Penha, e mesmo que conhecesse não teria coragem de pedir ajuda, pois tinha um medo muito grande do meu ex marido.Deus me ajudou e minha familia tambem.Hoje o que posso dizer é que voce que le esta história, não tenha medo de pedir ajuda, porque o homen que bate em sua própria mulher é um covarde, e voce tem uma lei que lhe protege. Não sofra mais, hoje estou bem e feliz e vejo que o medo que temos, só serve para dar mais FORÇA a esse ser desprezível que é o homem que tem coragem de agredir aquela que lhe deu filhos e que eles pensam ser o sexo fragil.Na verdade somos donas da situação, é so querer, temos uma lei que nos protege e nos da toda segurança possível. Acredite!!!!!!!
Ana - São Paulo/SP
Desejo comentar a importância da associação na vida da mulher, e com a certeza do amparo que temos hoje, é que faço um desabafo; acabo de me separar do homem que convivi por mais de 20 anos, homem que desconhecia totalmente pois caiu a mascara e descobri o calhorda que viveu a meu lado, praticava uma das piores violências que alguém pode suportar, desejei estar no lugar de minhas filhas(é uma dor insuportável). Mas enfim, estamos livres, eu e principalmente minhas filhas... pergunto: Como posso associar-me?tenho interesse.
M. L.
Além de sofrer por anos as agressões físicas típicas de relações doentes, ainda sofri por anos a violência patrimonial e moral... E o pior é que mesmo tendo conseguido por um fim nas agressões físicas com uma separação que já se arrasta por 2 anos, não consigo acabar com a violência patrimonial e moral... Isso porque tenho dois filhos com meu agressor e sequelas de um relacionamento que não sei até onde vão... Hoje troco o pai do meus filhos pela minha dignidade... Vendo minha alma para o inimigo e suporto os piores nomes para que tenha de volta pelo menos um mínimo do que me foi furtuado ao longo de 8 anos de relacionamento sabendo que ao invés de ter de volta ele está tirando mais... Faz mais ou menos uns 20dias ouvi um psiquiatra dizer que uma vítima de sequestro submetida a determinados tipos de tortura tem traumas que causam uma RUPTURA tal em sua DIGNIDADE que ela nunca mais é a mesma pessoa... Todas as coisas que passei, seja pelas agressões físicas, pela impotência, pela sensação de total incapacidade ante as violências impostas pelo meu êx-companheiro me fazem acreditar que nunca mais serei a mesma pessoa... Tudo bem, que seja então... Mas preciso aprender a gostar dessa pessoa que me tornei, pois sou uma sobrevivente que não sabe viver... Que perdeu os elementos que tinha para viver... Todos foram tirados, e eu tenho dois filhos para criar... E eu sou uma profissional... Não sofro mais nenhuma agressão física mas continuo me submetendo a outros tipos de violencia diariamente por razões e temores que nem eu mesma sei dizer...
H.V.
eu venho sofrendo desde de 1996 ano que nasceu minha filha caçula, sofro agressão verbal, agressão corporal, e não é só eu que sofro as minhas filhas também sofre agressão verbal por parte do meu companheiro que é o pai delas. Muitas vezes eu procurei a delegacia da mulher mas por ser ameaçada de morte por ele eu retirei as queixas. Já não agüento mais sofrer as vezes penso que para mim não tem jeito, tenho que viver do lado dessa pessoa, infeliz sofrida e humilhada por resto de minha vida. porque se eu entrar na justiça para me separar dele ele disse que me mata, eu não posso sair de casa com duas adolescentes sem ter parar onde ir.ele tem mais casa tem para onde ir eu não, só que ele diz que não vai sair porque a casa é dele e é eu quem tenho que sair e que eu não tenho direito em nada dele. durante todos esses anos eu vivi debaixo dos pés dele, ele não me deixava trabalhar nem estudar, sempre disse que eu não precisava trabalhar porque o meu futuro estava feito. e sempre deixava e deixa até hoje a gente passar necessidade de tudo depois de muitas brigas pancadarias e humilhação eu conseguir terminar o 2º grau.e hoje com 36 anos trabalho de faxineira para poder dar as coisas para minhas filhas.saio para trabalhar e quando chego muitas vezes sou humilhada e chutada para fora de casa, as vezes tenho que ir dormir nas casas dos vizinhos por ele quer me agredir fisicamente.estamos separados de cama a alguns meses, eu não quero mais ele só que ele não aceita a separação não porque gosta de mim, mas sim porque não aceita me dar o que eu tenho de direito.quando falo que vou procurar a justiça ele primeiro fica bomzinho alguns dias depois volta a fazer e dizer coisas piores comigo. Esta sempre dizendo que se eu colocar ele na justiça para querer alguma coisa. Eu posso até ganhar só que eu não vou ficar viva para receber porque ele me mata. Já convenci com ele tenando fazer um acordo mas ele não aceita já disse para ele que eu não gosto mais dele e que quero me separar numa boa mas ele se recusa a qualquer acordo, ele prefere viver assim todo dia uma discussão, uma agressão verbal e se eu não correr para os vizinhos uma agressão fisica ou até mesmo a minha morte. já não aguento mais por favor me ajude. nem sei como tomei coragem para escrever tudo isso, mas o meu sofrimento é tão grande que eu não estou aguentando mais. me ajude por favor preciso muito da não amiga de vocês. me sinto num cativeiro é assim que eu tenho me sentido todos esses anos.
L. C. C.
Eu não fui vítima de nenhum marido ou namorado, mas desde que me entendo por gente vejo que é presente no relacionamento dos meus pais a violência doméstica.
Minha mãe ha muito tempo é destratada pelo meu pai, incluindo agressões físicas e principalmente psicológica. Ela nunca teve coragem de denunciar, pois ele sempre foi um pai maravilhoso para nós. Agora depois de adultas, sempre incentivamos minha mãe a procurar ajuda quando agredida, mas mesmo assim ela não procura. Tentamos entender porque ela passa a vida agüentando este tipo de coisa.
Gostaria que um dia o coração do meu pai fosse tocado por uma força maior, divina... para que nunca mais seja capaz de agredir ou humilhar alguém.
P.
Porque tanta covardia, todas as agressões levam a morte como a nossa amiga disse: quando não é física é na alma, estou lutando para ter um futuro melhor acerca de tudo isso, passei a viver cada dia como se fosse o ultimo estudo muito para ter como me sustentar no futuro tive apenas um filho, pois já sentia que não haveria possibilidade de ter mais,engravidei com a idade de 15 anos meu filho está com 14 anos e também sofre por minha causa, mais estou lutando vou conseguir estruturar a minha vida, isso me deu mais força para lutar, hoje estudo na ufrj, e na uff pelo cederj, passei em um concurso militar e a minha vida vai mudar, cansei de esperar pela mudança não tenho mais esperança de nada com ele, estou vivendo ate quando der.
V. M.
Fui agredida pelo meu marido, desta vez foi fisicamente também, porque psicologicamente e verbalmente acontece sempre. Ele me acusa de ter amantes (que só existem na mente dele, que é muito ciumento) e procura me acuar de todas as formas. Desta vez eu fui orientada a ir à delegacia de mulheres, eu nunca tinha ido a uma delegacia antes. Fui também ao IML porque ele me causou lesões físicas, mas demorou um mês para ele receber a intimação, e ainda mais um mês para chegar o dia de ir lá prestar esclarecimentos, nem sei se foi, só espero que tenha levado ao menos uma repreensão, mas como não foi pego em flagrante, esta tranquilo, trabalhando normal, espero que não volte a me bater pq se não houve nenhuma punição e ele voltou pra casa, com apenas uma bronca, ele não vai ter medo de fazer novamente.
Eu gostaria de acreditar que ao menos uma punição por menor que seja ele tenha sofrido e aprendido a lição. Não me separei pq não tenho como sobreviver, sempre fui pressionada a não trabalhar, sofri acuação, e agora com quase 50 anos, fica complicado começar no mercado de trabalho. Também não gostaria de acabar com minha família, não fui educada desta forma. Estou aqui torcendo para que agressores que não são presos recebam uma punição suficiente para não querer fazer de novo, caso a mulher não se separe por inúmeros motivos. Gostaria de acreditar que ele foi punido. Obrigada por ter me dado a chance de desabafar.
Meu depoimento é um de tantos outros que existem a cada dia. Fui casada durante sete anos e nos últimos dois anos apanhei muito, eram murros, chutes, pontapés, beliscões, até murros no rosto, fui estuprada por meu esposo diversas vezes, era horrível! Então decidi abandoná-lo, sai de casa e comecei a trabalhar, arranjei um namorado (hoje marido) e vivo feliz, ao invés de apanhar sou amada, foi difícil, mas DEUS nos fez para sermos amadas. Pensem nisso.
Tatiana Oliveira - 29 - João Pessoa/PB (fonte: www.falesemmedo.com.br)
Uma mulher que apanha do marido só vai à delegacia quando ela está no seu limite, depois de sofrer muito. Fui queimanda com ferro de passar roupa por me negar a ter relações sexuais com meu marido. Fui à delegacia dar queixa e a delegada perguntou se eu tinha testemunhas do fato. Ora, eu estava ali queimada. Só me senti uma mulher livre para criar meus dois filhos depois que enfrentei meu marido com um facão. Foi só aí que ele parou de me espancar. Após seis tentativas de separação, fui vítima de cinco balas disparadas por meu ex-marido, e eu carrego todas essas marcas e a cicatriz na alma. Ele foi condenado a apenas cinco anos de prisão, mas, mesmo assim, a Lei Maria da Penha é um avanço e uma esperança.
Roseni - Brasília/DF (fonte: www.cl.df.gov.br)
Eu sofri violência quando eu tinha 17 anos de um namorado meu. No começo ele era muito cuidadoso,carinhoso,se mostrava um amor de pessoa,depois fui ver que não era assim. A primeira vez que ele me bateu ele estava muito bebâdo, e me deu um tapa na cara, porque ele não havia gostado do que eu disse pra ele. No momento fiquei muito apavorada, desci do carro e queria ir embora de taxi, mas ele me ligou e eu voltei pra ele. Na outra vez que ele me bateu foi em uma discoteca na frente de todos porque eu havia perdido um cartão que dá acesso a conta da boate. Eu chorei muito, e os amigos dele queriam me levar embora mas eu acabei perdoando ele mais uma vez.
Ele começou a se mostrar mais agressivo, qualquer coisa gritava muito comigo, me tratava muito mal, eu emagreci muito, passo mal, tenho problemas nervosos, preciso tomar remédios controlados por causa disso.Ele começou a me ameaçar, eu não podia sair de casa, não podia ter amigos, não podia fazer nada.
O ruim é que eu não tive coragem de contar a ninguem o que acontecia comigo, sempre fingia estar feliz, o que foi um grande erro porque na verdade eu sofria muito.
Eu não conseguia me disfazer dele, mas fui criando coragem aos poucos, ignorando ele, me desprendendo, e consegui finalmente ficar livre.
Hoje ainda tenho algumas complicaçãoes mas estou me recuperando muito bem.
Não aconselho ninguem a perdoar a viôlencia na primeira vez, porque depois fica muito mais difícil conseguir.A minha familia não sabe do acontecido, eu não fui corajosa o suficiente para denunciá-lo mas se voltar a acontecer comigo, eu não pensarei duas vezes. Não quero ter o mesmo sofrimento que eu já tive.
Luciana Andrade - 18 - Foz do Iguaçu/PR (fonte: www.falesemmedo.com.br)